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PROJETO #30: Carta Solar da Terra Plana

Como estamos vivendo mudança de paradigmas científicos, precisamos nos adaptar o mais depressa possível, sendo assim fui buscar a novidades sobre como utilizar a carta solar na Teoria da terra Plana.

Para fazer essa migração de teorias vale relembrar os conceitos antigo e ver o que muda com a Terre Plana.


Basicamente o planeta Terra, tem 2 movimentos em seu formato geoide:

Translação: onde leva cerca de 365,25 dias para completar uma volta em torno do sol, por isso estamos no ano bissexto (366), por conta desses 0,25.

Rotação: Onde leva cerca de 24hs para girar em torno do seu eixo, que atravessa no sentido norte sul o planeta.



Figura: Demonstração dos 2 movimentos do Planeta Terra, translação e rotação.

Na prática temos a sensação que o sol, nos ilumina de leste para oeste, iluminando aproximadamente metade do planeta, levando 24 horas para iluminar o mesmo fuso horário novamente, sendo o planeta dividido em 24 fusos horários ou faixas de longitude. Exemplo quando é 12 a.m. no Brasil no mesmo momento é 12 p.m. no Japão.



Figura: Rotação da Terra com projeção da luz solar, mostrando o efeito de dia e noite.

Na terra plana o planeta, até onde consta não possuí movimento, e o sol e outros astros considerados, como a lua, se movimentam como guiados por um pêndulo, em movimento de giro. Vale considerar que não existem polos, o que seria o polo norte fica localizado no centro do plano em disco, e o que seria o polo sul seria a borda do plano em disco.



Figura: Mapa da Terra Plana sob o efeito da luz solar

Então vamos a carta solar. Basicamente a carta solar define a projeção do sol, para cada latitude do planeta geoide, por que para cada latitude a projeção solar se define de maneira diferente, por conta da esfericidade da terra, do momento de translação durante o ano, e a inclinação do eixo de rotação.



Figura: diferenciação entre longitude e latitude



Figura: os 4 momentos mais definidos da translação do planeta Terra em torno do sol, considerando as estação do ano para cada hemisfério do planeta.




Figura: demonstração da projeção solar devido a inclinação do eixo da terra.

Figura: Principais latitudes conhecidas, linha do Equador, latitude 0°, Trópicos de Câncer (Hemisfério Norte) e de Capricórnio (Hemisfério Sul), latitude aproximadamente 24°.

Sendo assim para cada latitude deve se utilizar a carta solar correspondente, pois o sol irá incindir de forma diferente durante o ano. A seguir vemos as principais cartas solar, para notar essa diferenciação, que pode ser lida da seguinte maneira.






Figura 1: Meses e Dias: Linhas horizontas indicam cada dia do ano, a trajetória do sol, nascendo a Leste e se pondo no Oeste, considerando esta carta do hemisfério sul, portanto ao meio dia de 22 de dezembro no verão o sol está a 90° acima do objeto iluminado, e ao meio dia de 22 de junho no inverno o sol está inclinado ao norte do objeto iluminado.

Figura 2: Horas do Dia: Linhas verticais indicam o horário da projeção do sol, o que na latitude indicada o sol de verão no dia 22 de dezembro nasce mais cedo (cerca de 5 da manhã) e se põe mais tarde (cerca de 7 da tarde), e o sol de inverno no dia 22 de junho nasce mais tarde (cerca de 7 da manhã) e se põe mais cedo (cerca de 5 da tarde), o que é facilmente visto na região de São Paulo, que segue aproximadamente essa latitude.


Obs.: Considerar o objeto iluminado no centro da carta solar, se for considerar um edifício com 4 lados, posicioná-lo para cálculo de insolação, conforme sua posição de norte verdadeiro e verificar cada face em separado.


Figura: Latitude 0° ou Linha do Equador: Nos solstícios de verão e de inverno possuem o mesmo ângulo de percurso durante o dia, porém quando é verão no hemisfério norte e inverno do hemisfério sul, o sol ilumina o lado sul do objeto. Sendo assim nos equinócios o sol terá um percurso totalmente igual para ambos os hemisférios.

Obs.: Os equinócios todas as latitudes têm os dias e as noites com igual duração (12/12)



Figura 1: Latitude 24° Norte ou aproximadamente o Trópico de Câncer, as faces voltadas para o sul, recebem maior iluminação durante o ano inteiro.

Figura 2: Latitude 24° Sul ou aproximadamente o Trópico de Capricórnio, as faces voltadas para o norte, recebem maior iluminação durante o ano inteiro.


Obs.: No mesmo dia as estações do ano são invertidas para cada hemisfério, então quando verão na América do Sul e inverno na América do Norte, então no verão o sol fica a 90° e no inverno fica inclinado ao meio dia.



Figuras: Quanto maior é a latitude e próxima aos polos, chegamos ao fenômeno do sol do meio dia, onde no dia 22 de dezembro para o hemisfério sul e no dia 22 de junho para o hemisfério norte, não existe a noite, pois o sol é visto durante 24hs, isso se dá devido a inclinação do eixo da Terra.

Figura: Assim seria um exemplo do uso da carta solar para um edifício fictício, onde cada face terá que ser avaliada separadamente. No caso a face estudada é nordeste, então no verão após o meio dia não receberá mais iluminação direta, e no inverno, receberá iluminação direta até umas 3 da tarde, e nos equinócios até a 1 da tarde.
a seu ângulo de projeção.


Voltando para a Terra Plana, até onde consegui encontrar material, eles seguem o analema solar, que é um corte posições do sol num determinado horário, mas que para a terra plana eles consideram como o movimento completo do sol durante o ano. Dando a possibilidade de se estabelecer uma única carta solar.


Figura: Analema, no caso as posições do sol as 9 horas durante o dia, o que demonstra que a cada época do ano o sol está mais “baixo” ou mais “alto”, devido a seu ângulo de projeção.

Figura: O analema é um corte no movimento de projeção do sol, ou seja, a projeção do sol, não percorre esse percurso em analema durante o ano, ele dá uma volta no planeta, e no outro dia ele está em outra posição formando um analema naquele horário, como se o sol tivesse uma faixa a percorre em volta do planeta, e o analema, fosse a um perfil dessa faixa.

Porém na Teoria da Terra Plana, o analema parece que é o próprio percurso do sol em torno da Terra disco, criando algo similar àqueles desenhos circulares em um gabarito dentado.


Figura: esquema de funcionamento de um espirógrafo.



Figura: A figura demonstra o percurso do sol na teoria da Terra Plana.

Com a teoria da Terra Plana ainda tem muito a avançar, por hora as cartas solares do planeta geoide continuam valendo e conseguindo dar com bastante precisão os cálculos de insolação para os projetos de edificação. Até porque considerando o percurso do sol da Terra plana fiquei em dúvida, pois o sol deveria possuir uma aceleração e desaceleração para percorrer os comprimentos das circunferências, considerando as 3 principais latitudes que possuem comprimentos diferentes, conforme ilustrado anteriormente.

Vale para parabenizar o autor do projeto do Planeta Terra, que conseguiu proporcionar que cada ser humano enxergasse um ponto de vista completamente diferente.




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PROJETO #29: COE ou COE

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Todo escritório precisa de um estagiário, não para ajudar nos trabalhos, mas para passar um café.
Ou fazer aqueles trabalhos ninguém quer fazer, ou acha de menor valor, como serviços de oficeboy.

Falando em trabalhos que ninguém quer fazer uma delas é se inteirar das legislações, pois por mais que fazer um projeto tem seu lado criativo, também requer seguir algumas orientações para não construir prédios inabitáveis ou inseguros.

Essas legislações de modo geral são fruto de erros e acertos nas construções que servem de parâmetro para as futuras construções.

Muitas normas de segurança por conta de incêncio vei de incêndios famosos.

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Incêndio nos edifícios Joelma e Andraus na década de 70.

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Boate Kiss 5 anos depois

Então conhecer e se dedicar um tempo para aprender sobre as legislação é muito importante para desenvolver projetos mais seguros e mais confortáveis.

Outro exemplo que muito gente vivencia de como as normas de dimensões mínimas afeta o nosso cotidiano, com portas muito estreitas, ou corredores estreitos, ou a ginástica que é necessária fazer para entrar num banheiro.

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O projeto tem que fazer essa ginástica mental para evitar e proporcionar a melhor opção de uso do espaço de modo que caiba no orçamento, no espaço disponível, evitando ao máximo gambiarras e habitar num ambiente ruim.

Legislação se baseia em experiências antigas, e a evolução das construções, e das cidades.

- Dimensões Mínimas
Considerando o espaço necessário para se encaixar as peças mínimas mais a circulação entre essas peças dos ambientes.
Banheiros, Cozinha, Dormitórios, Salas, corredores, refeitórios, sala de espera, recepção, estacionamento, sala de reunião, .....
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- Aberturas e Vão
A circulação é um item de bastante atenção, e aberturas e vãos são considerados a todo momento, como passagem por portas para pessoas com mobilidade reduzida, ou janelas que  permitem a entrada de iluminação e ventilação natural.
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- Alturas
Vencer alturas é um campo de muitos regras, pois são baseadas nas dimensões humanas, como alcançar objetos altos e baixos, ou subir um andar por escadas, ou rampas ou elevadores, altura de peças, como chuveiro, ou parapeitos de varandas, posição de espelhos e diversos objetos de uso cotidiano.
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- Fluídos
A circulação de ar e água nas construções também  seguem regras, para escoar essas flúidos de maneira eficiente, para evitar vazamentos. Nesse caso vale estudos de pressão e vazão.
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- Acessibilidade
De modo geral ao longo do tempo a necessidade de gerar acesso a todos virou a principal questão dos projetos, ampliando dimensões antes consideradas mínimas, e agora insuficientes, pois a cada dia se valoriza a todas as necessidades especiais.
Como a maior necessidade por rampas, ou portas e corredores mais largos, a obrigatoriedade de corrimões e outros aparatos de indicação, ou apoios para aumentar a acessibilidade.
Como piso táteis e sinalizadores luminosos.
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A legislação é composta de muitos itens a serem estudados:
- Código de Obras e Edificações
- Estatuto da Cidade
- Normas Técnicas da ABNT
- Instrução Técnica dos Bombeiros
- Padrões de Instituições Públicas (EDIF, FDE, ...)
- Compatibilização de Projeto




PROJETO #28: Para elevar a mente

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Colocar um elevador num projeto, requer muito mais que deixar um buraco e fazer um x de vazio.

A peça do elevador e sua mecânica, é melhor buscar os especialistas, aqui o que nos interessa é saber o básico para a sua instalação numa edificação.

De modo geral um projeto seguem normas da ABNT, normas de representação, normas acessibilidade, normas estruturais, além de código de obra e legislações.

Mas por questão de segurança os elevadores seguem normas dos Bombeiros, as chamadas Instrução Técnica.

Numa edificação vale saber o tipo de elevador que será utilizado, para saber o espaço necessário.

A torre de elevador normalmente é a parte da edificação com maior estrutura, pois precisa alcançar uma altura e sustentar uma carga alta.

Para facilitar nada melhor que imagens.

Fonte: FDE

Fonte: Francis Ching - Técnicas de Construção Ilustradas

Fonte: Francis Ching - Técnicas de Construção Ilustradas

Apresentar desenhos de corte é o mais representativo para entender um torre de elevador, pois como disse antes normalmente em planta se deixa somente o quadro com indicação de entrada no elevador e um x de vazio.

Fonte: Francis Ching - Técnicas de Construção Ilustradas

Vale lembrar também sobre o hall na frente do elevador, pois muitos elevadores tem porta de abrir que necessitam um espaço de circulação. Muito dessas medidas de hall tem um mínimo estabelecido no código de obras e edificações (COE), inclusive por regras dos bombeiros também.



PROJETO #27: Arborização Urbana

Se você é defensor do meio ambiente talvez essa postagem não seja para você, pois você deve saber tudo que eu tentarei passar aqui, mas fique a vontade para corrigir nos comentários.
Mas se você acha que todas as árvores devem ser cortadas, espere um pouquinho antes de fazer isso.

Eu estive trabalhando no Departamento de áreas verdes da Prefeitura de Santo André, e lá sofri uma pequena lavagem cerebral.

ÁRVORES SÃO PATRIMÔNIOS DA HUMANIDADE
não são sujeira, ou trampolim para ladrão, ou sombra perigosa, ou qualquer coisa ruim que possam dizer dela.
Assim como nós humanos e os bichinhos elas são obras divinas.


1- SUMIDOUROS DE GÁS CARBÔNICO

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A quantidade de árvores para controlar o nível de gás carbônico de uma cidade é alto, mas como as cidades tem a grande tendencia de desmatar para dar lugar a um poste a uma entrada de garagem, entre outros motivos absurdos, está cada mais raro ver árvores nas ruas.
Por vezes alguns projetos de plantio aparecem mais não são suficiente para arborizar a região na mesma quantidade de velocidade que são retirada árvores.

2- COMPENSAÇÃO AMBIENTAL



De modo geral a cidades tem alguma legislação de compensação ambiental, onde para cada árvore retirada são necessárias o plantio de 20 árvores por exemplo.
Resultado de imagem para compensação ambiental
Na cabeça das pessoas de que 1 é igual a 1, não vale para árvore, pois compensar a função ambiental de uma árvore adulta com uma mudinha de árvore, não é compensação ambiental, pois para aquela mudinha começar a cumprir a função ambiental demorará, não somente em tempo, mais também em atenção, pois uma compensação não é simplesmente ir lá cavar um buraco, colocar a mudinha, fechar, e jogar um pouco de água. Além da papelada que tem que assinar por conta de cortar uma árvore, e se responsabilizar pelo plantio, há que ficar alguns anos tomando conta daquelas mudinhas, com a intenção de se certificar que elas crescerão e aí sim farão a sua função ambiental.
Imagina se pra uma mudinha vingar, imagina para um reflorestamento.

3- NATIVAS REGIONAIS

Vale lembrar que cada região tem suas características naturais, e por tanto cada espécie, tem condições de viver naquele determinada lugar, porém já foi muito costume a importação de especies de outros lugares do mundo, essa migração das espécies, na teoria não é benéfica nem para a espécie, que pode ficar facilmente doente, como para a região, pois pode essa espécie ser agressora a esse novo ambiente.
Portanto vale se certificar se a espécie que se encontra é ou não da região, ou se é uma espécie que já tem um histórico de boa adaptação ao local, assim se evitará muitos problemas, como pragas e doenças.

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Livros de árvores brasileiras

Acredito que de modo geral as prefeituras tenham algum departamento de áreas verdes, sendo assim, vale consultar sobre o plantio de árvores em sua cidade, porém se for pedir para retirar uma árvore, ou até mesmo podar, eu acredito que não encontrará pessoas simpáticas a te atender.
Deve existir pelo país a fora viveiros municipais que disponibilizam mudas, cursos e orientações aos munícipes.

4- VIAS PÚBLICAS
Na natureza a vegetação cresce livremente, e  de modo geral não criam problema com os vizinhos, porém na calçada ela acaba sendo vilã, com árvores que caem muitas folhas, ou frutos que podem machucar, ou raízes que se alastram ferozmente.

Para tanto vale buscar informação nas prefeituras sobre a melhor espécie para plantio em sua calçada, quanto ao porte para não bloquear a passagem, ou a espécie que tem uma melhor adaptação ao local, entre outras informações úteis que possam lhe oferecer, para não vir a se arrepender depois.
Vale lembrar que outras formas de plantio, também tem suas funções ambientais, cada qual com a sua importância, então caso não seja possível o plantio de árvores, vale optar por outras opções, como vasos de planta, arbustos, entre outros recursos para tornar o ambiente mais agradável.
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A rua é composta não somente de pista para carros e calçada, há todo uma infraestrutura que nos abastece, que poucas vezes nos lembramos de reparar, como tubulação de esgoto, rede de distribuição de água, fiação de energia, telecomunicação, sistema de drenagem e águas pluviais, que competem pelo espaço na rua. Sendo assim as árvores, também competem bravamente, pelo espaço terrestre da calçada com o tronco, pelo espaço aéreo com a copa, e o espaço subterrâneo com as raízes.

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ÁRVORES NÃO SÃO INIMIGOS, OS INIMIGOS SÃO OUTROS


CADFREELA #: Vale a pena ser PJ?

Essa é a nova modinha do momento no mundo empresarial. Ser PJ, pessoa jurídica, empreendedor. Bem no ramo da construção civil o empreended...