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AutoCAD #18: Inserindo fotos



Na onda da tecnologia, já foi se o tempo, que para ter um trabalho, no meu caso lá no colégio, onde a tarefa mais infernal para a minha mãe era o tal "RECORTE COLE", onde ela fazia uma coleção de revistas com todas as figuras possíveis e imagináveis sobre os possíveis temas que professores pudesser pedir a fazer, que como brasileira típica a gente sempre lembra dessa tarefa no último minuto do segundo tempo.

Hoje em dia não fazemos mais coleções de revistas, nem mesmo de  fotos, ou coisas do tipo para colar no trabalho, no álbum, num porta retrato, essas coisas agora só para obras de arte/artesanato que adoram essa tal de colagem e para tanto dão nomes mais sofisticados para essa, que antes era brincadeira de criança, SCRAPBOOKS (artesanata com papéis), COLAGEM (composição em arte contemporânea).

Então nos nossos "RECORTE E COLE" do cotidiano traduzimo para "CTRL+C, CTRL-V", onde imagens disponíveis no HD do computador ou na internet, transportamos elas para qualquer outro lugar que for permitido.

No AutoCAD essa técnica é pouco utilizada e ele possui um mecanismo especial de inserção de imagens em seus arquivos, mais conhecido como RASTE IMAGE.

RASTER IMAGE: para inserir arquivos de imagem (fotos, jpeg, psd, bmp,....)

Como todos os comandos do autocad, existem 3 formar de acionar este comando: botão, teclado, barra de menu (INSERT).

O comando é bastante fácil de trabalhar, pois é basicamente como inserir um bloco, então é uma questão de tentar inserir uma imagem uma vez que logo já compreende o processo de inserção.
Após inserido a imagem se transforma em uma caixa que pode ser editada com os comandos de desenho: SCALE para altera o tamanho da imagem e MOVE para movimentar a imagem pelo arquivo.



 

Mas onde fica a graça dde conhecer sobre a inserção de imagem? Pois qualquer um chega lá no INSERT e acaba descobrindo sem querer como fazer isso.

Está em duas coisas que sempre acontece você querendo ou não: algum espírito do autoCAD que altera a escala e o local onde deveria estar a foto; e, a sobrecarga que uma imagem faz no autoCAD.

Então conheça alguns instrumentos de combate para defender o seu desenho de espíritos malignos.

IMAGEFRAME: zerando essa configuração sua imagem fica completamente imutável, e o contorno da imagem não existirá mais, sendo assim não é imprimível.

EXTERNAL REFERENCES: também encontrada no INSERT (da barra de menu), leh permite saber todos os arquivos vinculados com seu projeto, seja ele que extensão for, vale lembra que uma imagem inserida, precisa ter o seu arquivo em lugar conhecido, de preferência na mesma pasta onde está o arquivdo DWG, e mesmo se for preciso compartilhar (por email, para outra pasta...) a imagem e o DWG precisam ir juntos, mas caso acontece algum tipo de desvinculação é nesse quadro de referências externas que você poderá renvincular, e també caso a imagem não seja mais necessária é aqui que você a desatacha do arquivo, tornando o arquivo mais leve.

E uma terceira coisa, que pode lhe trazer mais utilidades de utilizar uma imagem no seu projeto.

 

IMAGECLIP: em alguns casos raros ou não dependendo das necessidades é inserir um pedacinho de  uma imagem, um detalhe, ou seja, um recorte, como fariamos para nossa professora do primário, e é onde entra essa ferramenta, que consegue desenhar um recorte na sua imagem permitindo uma utilização maior desse recursos de inserir imagens.

AutoCAD #17: Teclas de Atalho



As teclas de atalho costumam ser o diferencial entre um bom cadista e um mal cadista, não necessariamente de um bom projetista para um mal projetista, pois não é só de autocad vive o projetista, já que atualmente existem muitos softwares CAD (Computer Aided Drawing - desenho assistido por computador), e por diversos outros conhecimentos que um projetista precisa ter (desenho técnico, representação gráfica, normas, códigos, projet executivo, projeto de prefeitura....)

Mas para quem utiliza o autocad para seus desenho, os atalhos de teclado lhe garante uma grande vantagem e muitas vezes deixa uma cara de espanto em que vê uma velocidade e intimidade com esse software.



As teclas de atalho mais conhecida são as dos comandos básicos (line, circle, copy, trim, offset, mirror, erase, zoom, ....), que normalemente se utilizam de 1 a 2 letras seguidas de "enter", assim como muitos outros comandos que mesmo não sendo muito utilizados ou conhecidos também seguem uma lógica de utilizar 1 a 3 letras do teclado para ativar o comando.

Mas além dos comando para acionar uma atividade a ser feita para desenhar, temos também o recurso de configuração para utilização do software, e outras teclas e atalhos acabam se tornando tão ou mais importante de conhecer.

A linha de teclas "F":

- F1 - é o padrão geral do computador para ajuda (HELP)

- F2 - para o autocad ele lhe abre a linha de comando em um painél de comandos realizados por você naquele determinado arquivo, não tem uma utilidade prática perceptível, para pode ser útil para visualizar algumas informações que alguns comandos apresentam, como o comando "area" ou "dist, que apresenta as dimensões de medidas em área, perímetro, comprimento.
- F3 - ativa ou desativa os objetos "SNAP", que são frequentemente utilizados, para facilitar na captura dos pontos nodais do desenho (midpoint, endpoint, intersection, perpendicular, node, tangent, center.....)

- F4 - ativa ou desativa os objetos "SNAP" para a versão 3D.

- F5 - Para os utilizadores da função isometrica do autocad, este comando permite a utilização dos 3 ângulos que componhem o desenho isométrico (30º, 90º, 150º, 210º, 270º, 330º)

- F6 - ativa ou desativa o "DUCS" (Dynammic UCS) para permitir enxergar uma linha auxiliar de desenho que mostra como ficará o que será desenhado logo antes de concluir a ação.
- F7 - ativa ou desativa a grade ou "GRID" do espaço de trabalho do autocad
- F8 - ativa ou desativa a ortogonalidade ou "ORTHO" onde o comando de desenho ficam condicionados a trabalhar alinhados e paralelos nos eixos horizontais e verticais somente, como uma régura paralela da prancheta.
- F9 - ativa ou desativa os pontos nodais ou "SNAP" relacionados ao "GRID" do plano de trabalho, puxando o cursos como um imã, para quem desenha sob a condição uma área de trabalho quadriculada por uma determinada distância definida anteriormente, como uma folha de papel quadriculado.
- F10 - ativa ou desativa "POLAR" (Polar Tracking) linhas guias, que auxiliam na rotação de objetos, permitindo reconhecer o momento que a rotação está ortogonais. 
- F11 - ativa ou desativa "OTRACK" (Object SNAP Tracking) linhas guias que auxiliam na movimentação e edição do desenho quando precisa encontrar relações entre os pontos nodais (OSNAP)
- F12 - ativa ou desativa "DYN" (Dynammic Input) apresenta no plano de trabalho um quadro junto ao cursos com as inserções de informação que antes apareceriam na linha de comando, atualmente vem acionado na configuração padrão, então vai ser de costume utilizar ou não.

Comando Alias:

Este comando ativa uma lista de comandos do autocad, e lhe permite controlar e editar as teclas de atalho dos comando, mas deve ser utilizado com cautela, pois se habituar com as teclas de atalho padrão do cad, lhe permite estar preparado para trabalhar em qualquer estação de trabalho (casa, escritório, laptop, escola, amigo.....), mas lhe abre vantagens, pois lhe oferece a chance de conhecer quais são esses atalhos para você ir decorando aos poucos, e caso haja uma dúvida é só recorrer a ele novamente.


Atalhos e configuraçõe novas: 

O autocad a cada versão vem ganhando novas ferramentas, muitas delas talvez até existissem mas as novas versões permitem o rápido conhecimento dessas ferramentas que auxiliam na agilidade e fácil compreensão do software, por isso é necessário se manter atualizado e sempre ficar atento aos novos macetes e manhas que os cadistas descobrem a cada dia.






PROJETO #01: Ergonomia > Acessibilidade



Confesso que está começando a ficar difícil esse desafio veda de 30 postagens, mas nessa trajetória de encontrar um tema pra hoje vi uma imagens que são bastante curiosas, e me trouxeram o tema de hoje.



ACESSIBILIDADE

Atualmente é uma das coisas em projeto bastante conhecida, todos até já conhecem de cor a NBR 9050:04 (anterior era de 1994), que trata das normas para tornar a edificação acessível. O código de edificações e padrões para licitação já colocam essa parte do projeto em destaque, pois já não é mais desculpa esquecer de que todos temos direito de "ir e vir".

Dentre projetos que participei que a acessibilidade definia muita coisa na arquitetura estão:

- Projeto de Habitação: onde o foco está na dimensão e equipamentos de instalação em banheiros e dimensões de portas e circulação, sendo que é reservado algumas unidades residências para PNE (Portador de Necessidades Especiais).

- Projeto de Estação de Metrô: onde o foco está no acesso e utilização por todos as instalações do metrô (piso tátel, sinalização, rampas e elevadores, sanitários, bloqueios, plataforma, assentos ....)


 Pesquisando minhas memórias, fora colocar a NBR 9050:04 do lado do computador e seguir no projeto conferindo se está dentro das regras, lembro do assunto:

ERGONOMIA

Para quem trabalha com Interiores, já está mais habituado em dimensionar o uso do espaço conforme algumas orientações sobre ergonomia:
- alturas para uso de bancadas, mesas.
- distâncias e formatos mais cômodos para circulação no espaço.
- acesso e compatibilização para prática de todas as tarefas dentro de um ambiente (serviços domésticos, acesso aos armários, circulação x posto de trabalho.....)
- circulação em plantas de layout
- vistas e cortes para estabelecer alturas para realização de tarefas.



Porém entre ACESSIBILIDADE e ERGONOMIA existia uma lacuna, pois a ACESSIBILIDADE visa a utilização de todos no espaço e a ERGONOMIA considera um modelo de escala humana padrão e único, mas agora elas anda de mão dadas, mas ainda temos muito para caminhar para promover o uma acessibilidade a todos.


CADFREELA #17: CAD x Prancheta



Quando comecei nessa de desenho, era uma criança brincando com régua e compasso, mal conhecia os esquadros e muito menos toda a parafernalha, que hoje muita gente não chegou nem a conhecer muito menos saber o nome.

Logo quando comecei a fazer cursos na área, fui apresentada ao autocad, mas ele ainda era uma ferramenta relativamente pouco explorada, e ainda se ouvi dizer que os escritórios preferiam as pranchetas, ou ainda estavam em fase de transição da prancheta para o desenho assistido por computador. Os cursos de CAD era dominado por profissionais da área correndo atrás do prejuízo, diferente de atualmente, que está repleta de estudantes e pessoas que mal sabe direito o que é uma lapiseira.



Nesse meio do caminho, ainda havia muita relutância dos professores de projeto e desenho com a dureza e plotagem do CAD, e desde então essa discussão da importância do desenho de prancheta x CAD, vem  ultrapassando os anos, e os cursos continuam ensinando as duas ferramentas e cada vez mais o CAD vem conquistando seu espaço e disputando com a prancheta.

Já nos escritórios as pranchetas já viraram mesas de apoio a muito tempo, isso quando não deram espaço para mais um cadista. E são poucas as vezes que se vê necessário limpar a prancheta com um bigode e pregar uma folha de vegetal, talvez desenhos mais artísticos, como perspectiva ou projetos de paisagismo, ainda mantêm a prancheta em atividade, pelo menos no que diz respeito ao ramo da arquitetura.

Prancheta x CAD

Quem está ganhando a batalha?
Quem é mais importante?
Pra que ainda ensinam desenho em prancheta?

Essas questões podem ter várias respostas, eis as minha:

1- ninguém está ganhando, pois ambos tem um espaço definido e completam um ao outro, pois para ensinar sobre o que é desenho e representação gráfica na área técnica, as aulas de desenho ainda são a melhor maneira de aprender, tanto nos cursos específicos, como nas aulas de geometria do colégio, e são fundamentas para desenvolver o raciocínio e a visualização espacial para projetar; o CAD está na praticidade, agilidade e processo de produção do projeto, com ele foi eliminado diversas etapas que estavam relacionadas a produção do montante da documentação, subtraindo muito do tempo do objetivo do projeto que desenvolver o conceito, as ideias, além que ainda não alcançou esse patamar de maneira 100% satisfatória, por questões de processo de equipe de trabalho.

2- O mais importante é o produto projeto conter todas as informações necessárias, de maneira correta, e que cumpra seu papel de orientar o produto obra, um desenho mal feito ou incompleto, seja a mão ou no CAD, não está cumprindo o seu objetivo, e precisa ser refeito ou completado.

3- Nas escolas técnicas, faculdades, cursos de extensão, as duas linguagem caminham paralelamente, mas na prática elas deveriam andar juntas, pois muitos desenhos de guardanapo, podem ser a base para o desenvolvimento no CAD, ou muitos desenhos prontos de CAD, quando impressos, acabam recebendo algumas anotações de revisão, muitos software de CAD, estão conquistando novas ferramentas para se aproximar da expressividade dos desenho manuais, assim como a linguagem de desenho técnico necessita sempre seguir um padrão ou norma de representação. Uma perspectiva ou desenho paisagístico não consegue se moldar a dureza do CAD, necessitando de um toque de expressão manual, e muitos croquis de levantamento precisam da precisão do CAD, para alcançarem a proporção exata com as dimensões reais.

Moral da História

Um depende do outro, um não vive sem o outro, todo projetista, sabe que não pode ser bom em somente um dos tipos de forma de desenhar, precisa conhecer ambos, pelo menos um conhecimento básico, pois é a nossa escrita, nossa forma de comunicação, nossa gramática.





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CADFREELA #16: Fazendo Projeto de Marcenaria



Sobre fazer projeto de marcenaria não  posso afirmar com 100% de certeza que sou especialista no assunto, sei que existem cursos técnicos, de pós graduação, mas quem trabalha fazendo desenhos de marcenaria para projetos de armários e coisas mais básicas acredito  que os desenhos que faço tem bastante conteúdo e são bastante bons.

O básico do projeto e colocar as vistas mais importantes:

1- vista frontal: apresenta a vista que aparecerá para todos, com dimensões de alturas


2- planta: apresente as dimensões de largura e comprimento, não caracteriza muito do mobiliário, mas é em planta que se apresenta sua localização e disposição espacial na planta de layout do ambiente do qual ele se encontra.


3- vista lateral: nem sempre é necessária, a não ser quando se define algum fechamento lateral, ou para mobiliários que tem as dimensão de comprimento e largura ou profundidade siginificativas,como bancadas em "L".

4- vista posterior ou interna: alguns móveis existem duas frentes, ou seja, a frente fechado com portas, e a frente com as portas abertas, ou existe  as costas do móvel, como balcões de atendimento, mesas, ou mobiliário com acesso por dois lados paralelos. 


5- Cortes: Alguns móveis necessitam de cortes para definir alturas e dimensões internas do mobiliário, indicar prateleiras, gaveteiros, cabideiros,...


6- Perspectiva isométrica: em alguns casos é muito útil ter uma perspectiva isométrica, para melhor compreensão do mobiliário, de seu volume, em alguns casos mais específicos, pode-se também desenhar as peças de madeira separadamente, para aqueles que trabalham com a parte de execução do móvel e da montagem das peças.

7- Detalhes: alguns móveis são compostos por elementos que não pertencem ao ramo da marcenaria propriamente dito, como tampos de pedra, ou instalações elétricas e de iluminação, ou outras especificidades do projeto do mobiliário, e aí são necessários, desenhode detalhes, ou notas com informações para cada caso.

 

8- Perspectiva ou Apresentação para cliente: diferente dos marceneiros que utilizam os desenhos mais técnicos com medidas e dimensões para executar o móvel, para os clientes o que vale é uma visualização do móvel pretendido no espaço, para tanto, utiliza-se planta de layout, para localizar o ambiente, e perspectivas ou maquetes eletrônicas.
  
 





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CADFREELA #15: Projeto de Marcenaria


Uma das postagens mais procuradas aqui neste humilde blog são as postagens sobre marcenaria, ou seja, projeto de marcenaria.

Até muito tempo atrás acreditava ser por puro interesse dos navegadores da internet no assunto, mas de uns tempos para cá comecei a formular que a questão é exatamente outro, ou seja, é uma questão comercial.

Explicando: A execução deum móvel numa residência qualquer, seja a sua, seja a minha seja a da vizinha, passa por uma certa ordem.

1º O Cliente precisa fazer um movél, normalmente são armários, para a sua cozinha, quarto, hometheater, bancada, .....



 


2º Alguém será responsável por oferecer a esse cliente o que ele precisa, ou seja desenvolver um projeto, ou comunmente chamado desenho com as informações necessárias de medidas do ambiente (largura, comprimento, altura), necessidades de nichos, prateleiras, cabideiros, gavetas, porta qualquer coisa.....
 Esse alguém pode ser muita gente: Decorador (lê-se: Design de Interiores), Arquiteto, Engenheiro, Curioso, Amiga que tem bom gosto, ou o Próprio Marceneiro.

3º O Marceneiro, aquele ser que possivelmente tem uma luva de seladora, ou serragem, ou uma mistura parecida, passeia com uma maleta de mil e uma utilidades.

Mas nesse meio do caminho inventaram alguns intermediários, conforme a complexidade e a exigência do que um dos 3 seres envolvidos nesse processo, acabam aparecendo outros seres que podem trazer outras questões ao projeto.
Loja de Planejados e seus vendedores projetistas, Serviço de Entrega do Móvel, Loja de materiais de marcenaria (madeiras, compensados, MDF, ferragens, puxadores, ....), uma Marcenaria praticamente industrial.....

E aí surgiu a segunda hipótese para o interesse nesse tipo de postagem, os marceneiros de vizinhança que muitas vezes se comunicam diretamente com o Cliente, e assim realizam todo o trabalho muitas vezes sozinho ou em pequena escala, se torna uma grande empresa, e começam a realizar pesquisas e malas diretas para conseguir contatos com os outros seres que permeiam esse negócio moveleiro.

Bem nessa rede moveleira eu sou somente um pontinho e estou mais como um braço do Arquiteto, ou seja, nem chego a ser a cabeça pensante, ou seja, não tenho a chance de influenciar na decisão do Cliente, aquele que gera o motivo da existência da rede moveleira.

Alguns contatos que recebi ultimamente, para quem se interessar:

www.marcenarianacional.com.br (marcenaria)
http://www.harmonydesingdecor.com.br/  (cortinas e persianas)
www.vrplan.com.br  (orçamento e planejamento de obras)
comercial@agcaldeiraria.com.br (calandragem)
Yndike Representações (estruturas metálicas / marcenaria)
Escritório Técnico Feitosa e Cruz S/C (estruturas de concreto)
Zemilian Design Marcenaria Ltda (marcenaria)
thiago.bajac@remotocentral.com.br (automação residencial)




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CADFREELA #14:Elétrica x Iluminação


Para pontuar estou fazendo o curso de Técnologo em Construção Civil, e dentre as disciplinas cursadas temos Eletricidade Aplicada, onde um dos trabalhos do curso consiste num exercício de Projeto Elétrico.

E aí vem uma questão que fui aprendendo enquanto projetista, a diferença entre um Projeto Elétrico que deve ser assinado por Engenheiro Elétrico e o Projeto de Iluminação definido pelo Arquiteto.

Projeto Elétrico consiste no dimensionamento dos circuitos a ser instalado para funcionamento de todos os equipamentos que necessitam de energia elétrica: eletrodomésticos, luminárias, homethearter, equipamentos de som, e o Projeto de Iluminação.

É caracterizado basicamente por símbolos que representam as informações de localização e distribuição dos circuitos e indicação dos condutores.

Para arquitetura a informação mais importante é a localização dos pontos de luz e pontos de força (interruptores, tomadas, quadro de distribuição)


Por comodidade e conveniência o Projeto de Iluminação e sua maioria das vezes vem agrupado com o Projeto de Forro, pois como é de costume ambos atualmente costuma ser eleborados como um único projeto, pois muitos dos recursos de iluminação se utilizam de sancas e detalhes no forro.

Tem representação arquitetônica, com dimensões e localização das luminárias, cortes e detalhes de sancas com iluminação, tabelas com informações úteis a instalação vindas do projeto de elétrica, fazendo parte do projeto executivo de arquitetura.






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CADFREELA #: Vale a pena ser PJ?

Essa é a nova modinha do momento no mundo empresarial. Ser PJ, pessoa jurídica, empreendedor. Bem no ramo da construção civil o empreended...