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Portifólio #27: Narguile

Para quem ainda não sabe nem todo projetista pode desenhar de tudo, podem até tentar, mas aí dizer que o projeto conseguirá sair do papel  fielmente....

O projetista trabalha no campo do imaginário, do virtual, do faz de conta, afinal no desenho tudo é possível, então quanto melhor for o projetista melhor é a sua tradução do real para o virtual do desenho.

Um simples linha reta pode significar diversas coisas no desenho, se essa linha no momento da execução do real for mal interpretada pode trazer um grande prejuízo para as partes envolvidas, mas se a tradução do virtual para o real por perfeita a felicidade se alastrará para todos.

Por isso o projetista tem que colocar no papel da forma mais clara possível a qualquer leigo a ideia do objeto, edificação, máquina, detalhe, móvel, ....pois normalmente quem executa a ideia que está ali representada no papel nem sempre tem a habilidade de adivinhar ou traduzir o que não está claramente posto no desenho.

Então aqui encomendaram que eu fizesse o corpo de um Narguile, não sabendo nada de mecânica e com as orientações para desenvolver o desenho, fui traduzindo ao máximo as informações para o desenho, me desculpe que conseguir ver claramente os erros deste desenho pela falta de informações precisas, mas acredito que ficou bastante claro para quem entende de mecânica completar as informações restantes....




PROJETO #09: Censo de Arquitetos

http://www.caubr.org.br/?p=11308

ACESSE O LINK E ASSISTA O QUE FOI DEBATIDO


Censo dos Arquitetos e Urbanistas: assista ao vivo debate na Folha de S. Paulo

Evento promovido pelo CAU/BR em parceria com as revistas aU e PROJETOdesign discute como profissionais da área podem contribuir para o desenvolvimento das cidades brasileiras

O Censo dos Arquitetos e Urbanistas Brasileiros é uma pesquisa inédita feita com 83 mil profissionais da área em todo o país. Aborda temas diversos como áreas de atuação, renda, formação, interesses gerais e expectativas quanto ao crescimento do mercado.

Em parceria com as revistas PROJETOdesign e aU – Arquitetura e Urbanismo, o CAU/BR promove debate sobre o Censo e temas como concursos de arquitetura, licitações por menor preço, concorrência estrangeira, legado da Copa e Olimpíada e programas sociais de habitação. O encontro terá a participação do presidente do CAU/BR, Haroldo Pinheiro, do secretário-executivo do Colegiado de Entidades dos Arquitetos e Urbanistas do CAU/BR, Sérgio Magalhães, e do sócio-titular do escritório Botti Rubin Associados, Alberto Botti. A mediação fica por conta do jornalista Morris Kachani, repórter especial da Folha de S. Paulo.


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CADFREELA #31: Ser ou não ser freelancer, eis a questão?

Por que ser freelancer?

Dentro da área de arquitetura, está cada vez mais comum, a realização de trabalhos freelancer, alguns diriam que estão trabalhando em escritórios, acordando todos os dias para trabalhar, mas infelizmente quem trabalha na área de projetos não encontra oportunidades muito valorizadas.

Por ser uma etapa que afeta pouco ou quase nada o cliente final, e assim os escritórios e empresas que trabalham com todo o processo da primeira entrevista com o cliente até a entrega das chaves da obra, costuma pular ou otimizar a etapa do projeto, para tanto, manter um escritório com funcionários que desenvolvam somente esta etapa, vem sendo cada vez menos necessário, alguns escritórios mantém estagiários que realizam serviços mais de organização ou pequenas alterações nos projetos, até por esse estarem em fase de aprendizagem e terem contratos de trabalho pré-definidos.



Assim entram os FREELANCERS, por não ocuparem um espaço físico dentro dos escritório ou por algumas vezes se encontrarem por período determinado, são estes que desenvolvem o grande montante de trabalhos projetuais, como detalhamentos, executivos......

Então para muitos profissionais formados, ou com experiência na área de projetos, vem optando pro trabalhar como freelancer, pois na teoria conseguem ter mais trabalhos para desenvolver por um período maior durante o ano, pois estariam envolvidos com as etapas de projeto de diversas obras em andamento ao longo do ano.

Mas a compensação financeira pode não ser tão vantajosa para aqueles que optam somente por esse tipo de trabalho, tendo que assim complementar ou transformar essa tarefa em atividade extra, complementando o trabalho fixo em escritórios e empresas, ou exercendo outras atividades financeiras.

Então pense bem se para você vale a pena trabalhar como freelancer.






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PROJETO #08: Nichos de projeto de interiores

O projeto de Design de Interiores, vem ganhando bastante espaço, afinal não basta mais ter um teto para nos abrigar, mas ele também te que nos proporcionar conforto.

CONFORTO VISUAL = Cores, contrastes, volumes, perspectiva,....
CONFORTO TÉRMICO = materiais, temperatura das cores, ....
CONFORTO SENSORIAL = texturas, materiais, ergonomia,....

Então tudo que for  interior ao edifício, fica por conta do Design de Interiores, muitas vezes, porém, há edificações que surgem alinhados ao projeto de Interiores, desta maneira um é dependente do outro, e acontecem da mesma maneira, mas quando acontecem separadamente, como em reformas, muitas vezes é necessário um suporte da Arquitetura ou da Engenharia para o Design de Interiores não cometer nenhum acidente.

Atualmente o Design de Interiores vem se especializando em setores.

RESIDENCIAL = reformas de apartamento, de casas, ambientação, ....
COMERCIAL = lojas, espaços comerciais, vitrines, stands, ....
CORPORATIVO = escritórios, ambientes corporativos, layout de fábrica, ....

Sendo assim cada setor exige um conhecimento específico e uma apresentação diferenciada, em casos residenciais, a necessidade de projeto normalmente é mais contida, demandando somente detalhamentos mais complicados, como marcenaria, ou uma disposição de móveis no layout, deixando o projeto mais por conta da etapa do executivo. Nos outros setores a demanda de projeto começa nas primeiras etapas, por normalmente demandar uma apresentação e aprovação para o corpo proprietário e necessitando de adequação e aprovação algumas vezes em órgãos ou departamentos de regulamentação.

Cada nicho pode se derivar e diversos outros nichos:

- lojas



- stands de feiras
- pisos de escritório
- layout de fábrica
- decoração residencial



- móveis planejados












- espaços de lazer
- academia
- casas de show
- teatros e cinema
- decoração naval
- vitrines
- lojas conceito
- restaurantes
- cozinhas hindustriais
- praça de alimentação
- paginação
- eventos
- hotelaria
- cenografia
- ambiente decorado
- ......

É muito comum projetista se especializarem em um determinado nicho, existem também muitas empresas que além de forneceram o material também incorporam no processo o projeto tanto para confecção do produto fornecido, como para a instalação, tanto em casos padronizados, como personalizados.

Sendo assim o projetista pode encontrar muita tarefa a ser feita dentro do Design de Interiores, e muitos deles também se aventuram em não somente ser um agente gráfico, mas também uma agente que administra e promove todas as etapas que demandam da ideia até a execução do AMBIENTE DECORADO.



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CADFREELA #30: Materializando o Projeto

Você não se esqueceu que tudo que você desenha é só uma representação gráfica do que será construído realmente, não é?

Ainda bem que não, pois se você tivesse se esquecido podia acontecer algumas ABERRAÇÕES.















Desconsiderando erros de leitura ou falta de projeto, muitos erros aparecem no próprio projeto tanto falta de conhecimento da relação entre o projeto e o produto real, quanto na má representação do projeto.

POR ISSO CUIDADO

A representação gráfica merece bastante atenção, quanto mais clara e expressiva melhor, e o que chamaria de projeto que pare de pé, quanto mais próximo do real melhor.










Vale se munir de todas as ferramentas de desenho.

CORES = alguns projetos se valem da cor para ressaltar, contrastar, destacar, propor, sendo, assis, no projeto a cor pode ser um recurso de projeto

TEXTURA (hachuras) = alguns tipos de projeto se definem melhor com tipos de textura ou hachura, mara definir materiais, paginação, frente e fundo, tipos de superfície, macio, áspero, na representação de corte e vista, ....

LINHAS = o desenho é uma composição de linhas, contínua, tracejada, pontilhada, traço-ponto, ....., sendo, assim, cada linha tem seu significado e sua função no projeto, e essa hierarquia de linhas tende a seguir uma norma padrão (NBR 6492/1994), caso contrário deve haver uma nota ou legenda avisando.

SIMBOLOGIA (blocos) = alguns elementos do projeto não são construídos, mas fazem parte da leitura do projeto, como notas, indicação de norte, linhas de eixo, nome de ambientes, indicação por texto, indicação de vistas e cortes, chamada de detalhes e ampliações, ....., sendo assim deve seguir também uma padronização lógica (NBR 6492/1994)

DIAGRAMAÇÃO = a prancha de projeto também precisa ter uma ordem clara de leitura, evitando e tomando cuidado com a sobreposição de desenhos, colocando os desenho organizados por importância de leitura, identificando claramente todos os desenhos, .....

ESCALAS E COTAS (cotas lindas) = o desenho representa o real, porém, fica claro a impossibilidade na maioria das vezes em se desenhar em tamanho real, então quanto mais claro e especificado as dimensões do objeto melhor, tanto na real proporção definida pelas escalas, quanto pela indicação das medidas do objeto, algumas vezes por pelo processo de alterações do projeto, algumas dessas informações acaba faltando ou sendo suprimidas e alteradas, porém vale lembrar que a indicação em projeto tem maior valor e peso do que o desenho, sendo assim se uma determinada cota está com uma medida, mas medido na escala a medida está outra o que valerá mais será a indicação da cota, então evite ternar esses dois elementos incompatíveis o máximo possível.

TEXTOS  E NOTAS = em cada projeto sempre haverá uma informação especial que necessitará de uma atenção diferenciada, nesses casos utilizamos chamadas de textos e notas, pois se a leitura do desenho está dificultando temos que partir para a leitura em escrita.

AMPLIAÇÕES E DETALHES = não adianta querer que todas as informações apareça num só desenho, isso só dificultará a leitura, se o nível de informações for muito grande, então se utiliza de ampliações e detalhes que permitam uma escala de desenho que te permita colocar toda as informações necessárias, escalas maiores que 1:100 (1:200, 1:500, ....) normalmente são utilizadas para informações de volume geral do objeto a ser construído, para escalas menores (1:50, 1:20, 1:10) é onde particularizamos cada trecho ou cada etapa de projeto

OUTROS = para desenhos excepcionais, considere organizar seu desenho de maneira que fique o mais claro e legível possível, se valendo de legendas, tabelas, notas, que expliquem tanto o objeto a sr construído como a hierarquia gráfica utilizada.




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PROJETO #07: Layout do espaço

Essa palavra LAYOUT (termo em inglês) tão utilizada pelos projetistas quando se trata de distribuir ou dispor no desenho o posicionamento dos objetos e elementos que o espaço a ser projetado contêm, também é utlizado por outros ramos gráficos.

Leiaute pode ser definido de várias formas, para diversas situações, é a palavra Layout adaptada a língua Potuguesa Brasileira: é a disposição ou arranjo físico (montagem ou configuração), de determinado local, ambiente, interface gráfica, comunicação impressa ou todo o tipo de disposição de elementos afim de proporcionar um resultado.
Existem diversos tipos de Leiaute realizados de diversas formas em diversas áreas de atuação como: Leiaute de escritório, Leiaute gráfico, Leiaute Industrial etc...

(http://www.dicionarioinformal.com.br/leiaute/ )

Para os projetos que tem como objetivo definir a arquitetura, ou seja, definir o corpo do edifício, o layout, se torna secundário,sendo mais utilizado para dimensionar os espaços de forma que acomodem um determinado uso.










Já para os projetos de Design de Interiores, o layout é que é o objeto principal, pois ele define tudo o que será feito, sendo assim é o motivador do projeto.





Alguns projetos considerados bem sucedidos, na minha opinião colocam todas as etapas de projeto em primeiro plano, ou seja, todas as etapas são importantes e precisam caminhar juntas, atualmente fica cada vez mais difícil colocar todas as etapas na mesma posição, afinal para cada etapa existe um especialista sendo assim a comunicação entre as partes precisa ser bastante harmoniosa, pois o layout pode ajudar a definir muitos elementos do projeto, não só a melhor posição do sofá ou da cama, mas pode, também, se conseguir ser bastante elaborado, determinar o melhor aproveitamento do espaço, e, também, a melhor definição da arquitetura, e de todas as etapas de projeto.

Charles Rennie Mackintosh

Este arquiteto junto com sua mulher no começo do século XX (1868-1928) compôs uma junção da Arquitetura com o Design de Interiores, do qual me encantei de imediato.








O Layout também entra em outras composições gráficas como na comunicação visual, tanto para projetos de comunicação visual, como na comunicação visual da apresentação do projeto.

DESIGN DE INTERIORES = planta com a definição dos usos e seus elementos num determinado espaço.

ARQUITETURA = dimensionamento do espaço para utilização de um espaço, definindo alguns pré-elementos que farão parte do espaço, como dimensionamento da iluminação mínima, pontos de hidráulica e eletricidade, aberturas, tipos de materiais de revestimento,....

COMUNICAÇÃO VISUAL = na sinalização, em placas totens, sinalização horizontal, prevendo constraste de cores, dimensões tipográficas e iconográficas.


 


REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PROJETO = cada projetista ou melhor cada responsável pelo projeto tende a definir uma padronização e regras quanto a apresentação algumas regras são gerais e de uso comum, como posicionamento de carimbos, margens de folha, ou regras específicas de representação para cada tipo de etapa de projeto.




CADFREELA #: Vale a pena ser PJ?

Essa é a nova modinha do momento no mundo empresarial. Ser PJ, pessoa jurídica, empreendedor. Bem no ramo da construção civil o empreended...